Se o intelectual típico se convencesse de que entende o mundo muito menos do que supõe, de que suas utopias são irrealizáveis, de que os homens práticos e os empresários promovem o bem comum muito mais do que eles... o que alimentaria sua vaidade inchada?
Por essas e outras, seguem com o marxismo e blá, blá, blá...
Ser liberal e conservador é, antes de tudo, uma modesta admissão dos próprios limites.
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