Simone de Beauvoir, a pacificadora, advoga um tratamento severo para os colaboracionistas:
"A vingança é inútil, mas certos homens não tinham lugar no mundo que procurávamos construir"
Por partes, mesmo quando justa, a punição de uma colaboracionista poderia se justificar pelo que ele FEZ, nunca pelo que o utopista procura construir no FUTURO.
Aqui se mostra a inextinguível propensão comunista a defender qualquer horror presente em nome de uma hipotética utopia futura, que nunca chega, e é indefinivelmente adiada...
Citado em epígrafe por Tony Judt, "Postwar Europe".
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